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Política de Privacidade

Última atualização: agosto de 2026

Esta política explica quais dados o site fruitforsanctification.com coleta, como eles são usados e quais são os seus direitos. Ao usar o site, você concorda com as práticas descritas aqui.

1. Quem é o responsável

O responsável pelo tratamento dos dados deste site é o Ministério Fruit for Sanctification, que pode ser contatado pelo e-mail fruitforsanctification@gmail.com.

2. Dados que coletamos

Dados que você fornece. Se você deixa um comentário ou envia um e-mail, recebemos o nome, o endereço de e-mail e o conteúdo da mensagem que você escolheu informar.

Dados coletados automaticamente. Como a maioria dos sites, registramos informações técnicas de acesso: endereço IP, tipo e versão do navegador, sistema operacional, páginas visitadas, horário do acesso e site de origem. Esses dados não identificam você pessoalmente e são usados para entender o tráfego e manter o site funcionando.

3. Cookies

Cookies são pequenos arquivos que o site grava no seu navegador. Este site usa cookies para lembrar preferências, como a escolha entre modo claro e modo escuro, e para permitir a medição de audiência e a exibição de anúncios.

Você pode bloquear ou apagar cookies nas configurações do seu navegador. Se fizer isso, algumas funções do site podem deixar de funcionar como esperado.

4. Publicidade e o Google AdSense

Este site exibe anúncios fornecidos por terceiros. A respeito disso:

  • Fornecedores terceirizados, incluindo o Google, usam cookies para veicular anúncios com base em visitas anteriores do usuário a este e a outros sites.
  • O uso do cookie DoubleClick DART pelo Google permite a veiculação de anúncios baseados na navegação do usuário na internet.
  • Você pode desativar a publicidade personalizada do Google visitando as Configurações de anúncios do Google.
  • Para desativar o uso de cookies de publicidade por outros fornecedores, consulte aboutads.info/choices ou youronlinechoices.com.
  • Não temos acesso nem controle sobre os cookies usados por anunciantes terceirizados, e não somos responsáveis pelas políticas de privacidade deles.

5. Medição de audiência

Podemos usar ferramentas de análise, como o Google Analytics, para entender de forma agregada quantas pessoas visitam o site e quais páginas são lidas. Esses relatórios não identificam visitantes individualmente.

6. Plataforma

Este site é hospedado na plataforma Blogger, do Google, que também coleta e processa dados conforme a política de privacidade do próprio Google. Recomendamos a leitura da Política de Privacidade do Google.

7. Compartilhamento de dados

Não vendemos nem alugamos dados pessoais. Os dados só são compartilhados com os provedores de serviço mencionados nesta política, ou quando houver obrigação legal.

8. Seus direitos

Nos termos da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018), você tem direito a confirmar a existência de tratamento dos seus dados, acessá-los, corrigi-los, solicitar a exclusão, revogar consentimento e obter informação sobre com quem eles foram compartilhados. Para exercer qualquer desses direitos, escreva para fruitforsanctification@gmail.com.

9. Crianças

Este site não é dirigido a menores de treze anos e não coleta intencionalmente dados dessa faixa etária. Se você acredita que uma criança nos forneceu dados pessoais, entre em contato para que sejam removidos.

10. Links para outros sites

Os artigos citam fontes externas com frequência. Ao seguir um desses links, você passa a estar sujeito à política de privacidade do site de destino, sobre a qual não temos controle.

11. Alterações nesta política

Esta política pode ser atualizada. Alterações relevantes serão publicadas nesta página com nova data de atualização no topo.

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Gênesis 6, versículos 1 a 4, é uma das passagens mais curtas e mais disputadas da Bíblia hebraica. Em quatro versículos aparecem seres chamados בְּנֵי הָאֱלֹהִים , benei ha'elohim , filhos de Deus, uniões com filhas dos homens, e uma categoria chamada הַנְּפִלִים , ha-nefilim , que o texto menciona sem nunca explicar. Fonte: (Acervo pessoal/Fruit for Sanctification) Este artigo defende uma tese: a leitura sobrenatural, aquela que entende os benei ha'elohim como seres celestiais, é a mais bem sustentada pelo uso do hebraico, pelas fontes mais antigas que temos e pela recepção do texto no B'rit Hadashá, ou Novo Testamento. A leitura alternativa mais difundida hoje, chamada setita, é historicamente posterior e enfrenta dificuldades linguísticas sérias. Isso não significa que a questão esteja encerrada. Ao final apresento as objeções fortes contra a minha própria posição, porque elas existem e merecem resposta. O que o texto hebraico diz, palavra por palavra O versículo 4 info...

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Fonte: (Acervo pessoal/Fruit for Sanctification) Gênesis 1, versículo 1, tem sete palavras em hebraico. As traduções ao português vertem seis. A que fica de fora é אֵת , composta pelas letras alef e tav, e ela aparece duas vezes no versículo: antes de os céus e antes de a terra. Muitos leitores encontram nisso uma assinatura messiânica presente na primeira linha da Escritura. Este artigo defende que essa leitura é legítima. Mas defende também que ela costuma ser apresentada da pior maneira possível, no único terreno em que não se sustenta, e que existe uma forma muito mais forte de sustentá-la. Primeiro, a gramática, sem rodeios Comecemos concedendo o que precisa ser concedido, porque um argumento que se esquiva do dado mais óbvio nunca convence ninguém. Em hebraico bíblico, אֵת é o marcador de objeto direto definido, o que os gramáticos chamam de nota accusativi . Sua função é sintática: assinalar que o substantivo seguinte, sendo definido, é objeto direto do verbo. Não tem...

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